segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Isis

Isis: teve um lugar privilegiado no panteão egípcio, pois se casou com Osíris e teve com ele um filho, Hórus.
Características: dotado de grande sensibilidade e muita imaginação, o nascido neste período tem um forte instinto paterno ou materno e está sempre pronto a socorrer os necessitados. Seu protegido é fiel e compreensivo com todos. Gosta da vida doméstica e é bastante sentimental. Também é bastante gentil.

Tot

Tot: representado como um homem com a cabeça de íbis, a ave sagrada, é considerado como o criador da fala e o inventor da escrita. Também é o deus do tempo, das medidas e de todas as ciências.
Características: com grande capacidade de comunicação e inteligência rápida, seu protegido tem uma natureza ágil, nervosa e está mudando constantemente. Não consegue ficar parado. Sempre inventa coisas para fazer, dizer ou adapta-se aquilo que sua inteligência ainda não dominou; adora a arte da superação.

Ptah

Ptah: deus da fertilidade masculina, era considerado como o grande mago construtor das belas-artes e dos artistas. Era chamado também de O Grande Construtor ou o Divino Artesão. Em sua forma animal, era um boi preto com uma mancha triangular branca na testa e tinha a função oracular; era associado ao boi Ápis.
Características: o protegido de Ptah tem um forte temperamento, é perseverante e geralmente desenvolve talentos na arte e tudo que o que se relaciona a construção, arquitetura e a engenharia. A felicidade para os nascidos neste período deve estar associada também ao conhecimento da espiritualidade, caso contrário pode viver em uma eterna insatisfação. É bastante exigente no que diz respeito ao amor.

Sekhmet

Sekhmet: deusa da guerra, destruía os inimigos de Rá. Muito poderosa, é representada como uma mulher com cabeça de leão portando uma coroa com um disco solar.
Características: os protegidos da deusa Sekhmet tem grande vitalidade e força física. É dotada de muito magnetismo pessoal, além de força física. Tem muito senso de organização, dinamismo e sempre está envolvido em empreendimentos ousados. Não tem medo de nada. A única coisa que deve tomar cuidado é com o impulso descontrolado de resolver tudo rapidamente nos assuntos amorosos.

Taueret

Taueret: a sua representação é uma fêmea de um hipopótamo, considerada como a protetora das mulheres grávidas, dos nascimentos e dos que podiam renascer dos reinos dos mortos. A lenda dizia que quando ela afundava nas águas do Nilo, estas subiam e, assim, suas margens se tornavam cultiváveis, trazendo abundância nas colheitas. É simbolizada com seios de mulher, patas de leoa e cauda de crocodilo.
Características: seu protegido tende a ter muita intuição e geralmente gosta de assuntos relacionados à área de esoterismo, ocultismo, astrologia etc. Tem grande capacidade de entendimento e geralmente sua vida é destinada a ajudar a família e o próximo. Tudo em sua vida é muito bem planejado e aproveitado; além disso, garante o bem dos mais próximos.

Bastet

Bastet: uma das esposas do deus Rá, era representada como uma gata e por isso foi muito admirada por seu vigor e agilidade. Nas pinturas, aparecia como uma mulher com a cabeça de uma felina com um chocalho na mão, carregando um cesto, que defendia seu marido contra as serpentes malignas.
Características: seu protegido é uma pessoa bondosa, cordial e sempre está disposta a proteger os outros. Bastante independente, assim como um felino, preza sua liberdade e faz apenas o que tem vontade. Divertido, atraente, sedutor, tem dons para a arte, cinema e teatro. Às vezes, se mostra um pouco rebelde, até mesmo excêntrico para os outros.

Anubis

Anúbis: guia dos mortos, sua função era a de acompanhá-los até sua última viagem para depois pesar suas almas na balança da verdade. Assim concedia seu veredicto para a salvação ou o castigo e ninguém escapava das suas sentenças. Guardião da deusa Ísis, foi ele quem proporcionou os medicamentos para a cura de Osíris.
Características: o protegido de Anúbis é dotado de grande força de vontade, inteligência e paciência. Tem dons de cura e sabe conduzir seu destino. Fiel, seguro de si, não gosta que as pessoas invadam sua privacidade. Perseverante, econômico, ótimo administrador, tem o exato senso de justiça.

Hator

Hátor: considerada como uma grande sacerdotisa, é a deusa da música, da dança, dos prazeres e do amor. Ela se apresenta nas pinturas como uma vaca sagrada, uma mulher com a cabeça de vaca, uma rainha com orelhas de vaca ou com uma coroa composta de dois grandes chifres e um disco solar ao meio. É considerada também como a deusa da alegria, sendo representada com um chocalho na mão.
Características: altamente amorosa, é sempre alegre e protege seus nascidos contra qualquer tipo de contrariedade. O nascido neste período tem imenso bom humor. Sente-se atraído por grandes idéias, gosta de mudanças e o que o deixa ansioso é a solidão. Ele é feito para o sucesso.

Osiris

Osíris: o mais importante deus da mitologia egípcia, rei dos deuses, governou com justiça o Egito, mas seu irmão Set o assassinou. Isis conseguiu, com seus poderes mágicos, fazê-lo reviver. Depois da sua ressurreição, Osíris e Ísis geraram Hórus. Osíris é, portanto, o deus da renovação, de tudo que morre e volta a renascer, representando o eterno ciclo da vida.
Características: seu sentimento é tremendamente forte e tem uma persistência fora do comum. Dotado de grande energia, consegue resistir a todas as dificuldades e sempre está disposto a lutar por aquilo que deseja. Ciumento e desconfiado, se não conseguir se controlar. Poderá terminar as relações de uma hora para outra sem dar explicações. Possuidor de muita intuição, quando bem canalizada tem possibilidades de se tornar um excelente pesquisador ou médium.

Maat

Maat: filha do deus Rá, ocupa um lugar muito importante no panteão egípcio, pois se transmutou na pena usada para pesar o coração daqueles que ingressaram no reino do além. É considerada a deusa do equilíbrio, dos benefícios e da justiça. Também simboliza a criação divina e a força da união, sem a qual os habitantes não poderiam nem existir.
Características: o protegido desta deusa é dotado de extrema capacidade de observação, sabedoria e consegue gerar harmonia a sua volta. Tem um temperamento afável e senso estético. Geralmente se torna famoso na carreira que optar. O único problema é que às vezes é inseguro no relacionamento amoroso, mas no final tudo sai bem. Pessoa muito querida por todos, é considerada extremamente sábia e justa.

Neiti

Neit: deusa da caça, é representada como uma loba, vigilante e sempre fiel. É responsável pela proteção dos deuses e de suas moradas. É também chamada de “a senhora que abre os caminhos”, já que sua tarefa é guiar as pessoas ao reino dos mortos. Em outras lendas, é a protetora da educação das crianças, dos tecelões e dos trabalhos domésticos. É simbolizada como uma mulher com uma cabeça de chacal ou de cachorro. O prestigio da deusa era tão grande que até mesmo os faraós a reverenciavam como sua própria mãe. Reconhecida por sua sabedoria, foi venerada por séculos.
Características: seu protegido tem grande capacidade de análise, senso de organização e paciência. A pessoa nascida neste período é cuidadosa, prática e presta atenção aos detalhes. Está sempre muito atento ao que acontece a sua volta e consegue alcançar tudo aquilo que deseja, pois a fonte de felicidade é sinônimo de serenidade e segurança. A palavra-chave é equilíbrio. Ele sabe dar valor a casa coisa conquistada.

Rá

Rá: considerada como a própria fênix, seria o pai de todos os outros deuses. Conta a lenda que um dia, seu olho - que vivia de maneira independente - fugiu ao seu controle. Ele ordenou que o trouxesse de volta, porém, ocorreu uma luta. Muitas lágrimas foram derramadas, nascendo os seres humanos. A partir de então, Rá colocou o olho na frente da sua coroa sob a forma de serpente, para comandar o mundo inteiro.
Características: quem nasce sob esta proteção tem força, poder e muita criatividade. É um ótimo líder, extrovertido e cheio de energia. Gosta de enfrentar situações difíceis e sempre consegue superá-las. Assim como o sol, sabe centralizar o poder e tudo parecer girar a sua volta. Quando contrariado, pode ficar depressivo, mas depois, volta a brilhar como o astro-rei.

Kunlun

cordilheira montanhosa Kunlun (chinês simplificado: 昆仑山, chinês tradicional: 崑崙山, pinyin: Kūnlún Shān) é uma das maiores cordilheiras da Ásia, estendendo-se ao longo de mais de 3000 km.

Estende-se ao largo da fronteira ocidental da China, até ao sul, ao lado da cordilheira do Pamir, curvando-se para este para formar a fronteira norte do Tibete. Segue a sul do que se denomina actualmente a bacia de Tarim, o famoso Takla Makan ou deserto das "casas enterradas na areia", e o deserto de Gobi. A cordilheira tem cerca de 200 picos de altitude superior aos 6.000 metros. Os três picos mais altos são o Kongur Tagh (7.719 m), o Dingbei (7.625 m) e o famoso Mutzagata (7.546 m). Estes picos encontram-se na cordilheira Arkatag dentro do complexo de cordilheiras.

Pico na cordilheira Kunlun

Para sul, um ramo das Montanhas Kunlun dá lugar à zona de captação das bacias dos dois maiores rios da China, o Rio Yangtzé e o Rio Amarelo.

A cordilheira formou-se no lado norte da placa indiana durante a sua colisão no final do Triássico, com a placa euroasiática, dando lugar ao fecho do oceano Paleo-Thetys.

Mitologia

As montanhas Kunlun são muito conhecidas na mitologia chinesa, e considera-se que incluem o paraíso taoísta. O primeiro a visitar este paraíso foi, segundo a lenda, o rei Mu (1001-947 a.C.) da dinastia Zhou. Supostamente descobriu o Palácio de Jade de Huangdi, o mítico Imperador Amarelo, e encontrou Xiwangmu, a Rainha Mãe do Oeste, que também tem o seu mítico refúgio nestas montanhas.

Maçã Dourada

a mitologia, a maçã dourada (pomo de ouro) é um elemento recorrente em lendas e contos de fadas. Geralmente, os heróis devem resgatar a maçã escondida ou roubada pelos vilões.

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Mitologia grega

Três maçãs douradas aparecem na mitologia grega. Hipomene aposta com Atalanta, uma caçadora virgem que prometeu casar com o homem que pudesse vencê-la numa corrida terrestre. Ela perde ao pegar três maçãs douradas de Afrodite que Hipomene coloca em seu caminho.

Hércules roubando as maçãs de Hespérides

Noutro caso, o jardim de Hespérides é o pomar de Hera, onde crescem árvores que dão maçãs douradas da imortalidade. No local está o dragão Ladon, vigia de Hera contra invasores. Um dos doze trabalhos de Hércules era justamente roubar maçãs douradas do jardim.

Em mais uma ocorrência, Zeus promove um banquete pelo casamento de Peleu e Tétis. Estando fora da lista de convidados, a deusa da discórdia Éris coloca uma maçã dourada na cerimônia, com uma inscrição onde se lê "Para a mais justa". Três deusas desejam a maçã: Hera, Atena e Afrodite. Zeus se lembra de Páris como o mais belo dos homens mortais, e sabia que ele julgaria uma competição de touros. Ares é enviado sob forma de touro para participar. Sendo um deus, era perfeito em todos os aspectos e ganhou a competição. Zeus agora sabia que Páris faria bom julgamento, e o envia a maçã, indicando que as deusas deveriam aceitar sua decisão sem discussão. Cada uma delas oferece a Páris uma oferta para obter a maçã. Hera o oferece ser um rei famoso e poderoso. Atena o oferece ser sábio, mais que alguns dos deuses. Afrodite o oferece a mulher mais linda como esposa. Esta é a escolhida, e a mulher oferecida foi Helena de Tróia, o que eventualmente resultou na Guerra de Tróia. A maçã de Éris é posteriormente chamada Pomo da Discórdia.

Mitologia nórdica

De Das Rheingold, Freya com a árvore de maçãs douradas

Na mitologia nórdica, maçãs douradas garantem a vida eterna e juventude permanente para os deuses, e são cultivadas pela deusa Iduna. Certo dia, Loki, Odin e Thor acampam. Um gigante disfarçado de águia intercepta Loki e o faz prometer capturar Iduna para ele se casar com ela e também garantir imortalidade, o que é aceito. Os deuses não sentem falta das maçãs no começo, mas logo requisitam a presença da moça. Loki confessa o ato e aceita resgatar a deusa; sendo bem sucedido, os deuses novamente desfrutam da vida eterna.

Contos de fadas

Diversos contos de fadas europeus começam com maçãs douradas roubadas dum rei, geralmente por uma ave.

Em outras línguas

Em diversas línguas, laranjas são consideradas as maçãs douradas. Por exemplo, os termos grego χρυσομηλιά e latim pomum aurantium descrevem laranjas como maçãs. Outras línguas como alemão, finlandês, hebraico e russo possuem etimologias mais complexas para a palavra laranja que possuem a mesma origem.[1] Uma das razões para se considerar a laranja como mágica em tantas histórias é o fato de dar flores e frutas simultaneamente, diferente de outras frutas.

Frequentemente, o termo maçã dourada é usado para se referir ao marmelo, um fruto do Oriente Médio. O tomate, desconhecido para os gregos antigos, é conhecido como pomodoro em italiano, significando maçã de ouro (de po

domingo, 26 de setembro de 2010

Golem

Golem é um ser artificial mítico, associado à tradição mística do judaísmo, particularmente à cabala, que pode ser trazido à vida através de um processo mágico.

O golem é uma possível inspiração para outros seres criados artificialmente, tal como o homunculus na alquimia e o moderno Frankenstein (obra de Mary Shelley).

No folclore judaico, o golem (גולם) é um ser animado que é feito de material inanimado, muitas vezes visto como um gigante de pedra. No hebraico moderno a palavra golem significa "tolo", "imbecil", ou "estúpido". O nome é uma derivação da palavra gelem (גלם), que significa "matéria prima".

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História

A origem da palavra

A palavra golem na Bíblia serve para se referir a um embrião ou substância incompleta: o Salmo 139:16 usa a palavra "gal'mi", significando "minha substância ainda informe".

As primeiras histórias de golems são mais antigas que o judaísmo. Adão é descrito no Talmud (Tratado Sanhedrin 38b) inicialmente criado como um golem quando seu pó estava "misturado num pedaço sem forma". Como Adão, todos os golems são criados a partir da lama. Eles eram criações de pessoas santas e muito próximas de Deus. Uma pessoa santa era uma pessoa que se esforçava para se aproximar de Deus, e por essa luta consegue um pouco da sabedoria e poder de Deus. Um desses poderes é a criação da vida. Por mais santa que a pessoa fosse, no entanto, a sua criação sempre seria apenas uma sombra de qualquer criação de Deus.

Desde cedo se desenvolveu a noção de que a principal deficiência do golem era a sua incapacidade em falar. No Sanhedrin 65b, é descrito como Raba criou um golem usando o Sefer Yetzirah. Ele enviou o golem para Rav Zeira. Rav Zeira falou com o golem mas ele não respondeu. Disse Rav Zeira: "Vejo que você foi criado por um dos nossos colegas; volte ao pó".

Domínio e activação dos golems

Ter um golem como servo era considerado como o mais elevado símbolo de sabedoria e santidade, e existem muitos contos de golems ligados a proeminentes rabinos através da Idade Média.

Outros atributos dos golems foram sendo adicionados através dos tempos. Em vários contos, o golem tem escritas palavras mágicas ou religiosas que o tornam animado. Escrever um dos Nomes de Deus na sua testa, num papel colado em sua fronte ou numa placa de argila embaixo de sua língua, ou ainda escrever a palavra Emet (אמת, 'verdade' em hebraico) na sua testa, são exemplos de algumas dessas fórmulas de animação do golem. Ao apagar a primeira letra de Emet (da direita para a esquerda, dado que é assim escrito o hebraico), formando Meit (מת, 'morto' em hebraico), o golem era desfeito.

A narrativa clássica

A mais famosa narrativa com um golem envolve o rabino Judah Levi, de Praga, durante o século XVI. Diz-se que ele teria criado um golem para defender o gueto de Josefov em Praga contra ataques anti-semitas. A primeira publicação da história do golem apareceu em 1847 em uma coleção de contos judaicos intitulada Galerie der Sippurim, publicada por Wolf Pascheles, de Praga. Cerca de 60 anos mais tarde, um conto de ficção foi publicado por Yudl Rosenberg (1909). De acordo com a lenda, o golem teria sido feito com a argila do rio Moldava que banha Praga. Seguindo rituais específicos, o rabino construiu o golem e fez com que ele ganhasse vida recitando um encanto especial em hebreu e escrevendo na sua testa a palavra emet,que em hebraico significa "verdade". O golem deveria obedecer ao rabino, ajudando e protegendo o gueto judaico. Durante o dia, o rabino escondia o golem no sótão da Antiga-Nova Sinagoga. Porém, o golem cresceu e se tornou violento e começou a matar pessoas espalhando o medo. Foi então prometido ao rabino Loew que a violência contra os judeus pararia se o golem fosse destruído. O rabino concordou e destruiu o golem apagando a primeira letra da palavra Emet que formaria a palavra "met" que significa "morto" em hebraico.

A existência de um golem na maioria das histórias mostrava algo bom, mas com problemas. Embora não fosse inteligente, o golem podia fazer simples tarefas repetidamente. O problema era controlá-lo e fazê-lo parar.

Elementos semelhantes podem ser encontrados no romance Frankenstein de Mary Shelley.

Isaac Bashevis Singer, vencedor do Prêmio Nobel de Literatura, escreveu a sua versão da lenda do Golem em 1969.

O filme "O Golem - Como veio ao mundo ", de 1920, do diretor Paul Wegener, é a adaptação cinematográfica da narrativa clássica da história ambientada em Praga do século XVI.

Homunculo

O conceito de homúnculo (do latim homunculus, "homenzinho", plural homunculi) tem sido aplicado em várias áreas do conhecimento humano.

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O homúnculo na alquimia

O Elixir Vermelho enquanto pequeno Rei na retorta

A alquimia possuí três objetivos, o primeiro é transmutar metais inferiores em ouro, o segundo fabricar o Elixir da Longa Vida e o terceiro é a criação de vida humana artificial a partir de materiais inanimados (um clone humano na acepção moderna), os homúnculos. Não se pode duvidar da influência que a tradição judaica teve neste aspecto, pois na cabala existe a possibilidade de dar vida a um ser artificial, o Golem.

O conceito do homúnculo parece ter sido usado pela primeira vez pelo alquimista Paracelso para designar uma criatura que tinha cerca de 12 polegadas de altura e que, segundo ele, poderia ser criada por meio de sémen humano posto em uma retorta hermeticamente fechada e aquecida em esterco de cavalo durante 40 dias. Então, segundo ele, se formaria o embrião. Outro alquimista que tentou criar homúnculos foi Johanned Konrad Dippel, que utilizava técnicas bizarras como fecundar ovos de galinha com sêmen humano e tapar o orifício com sangue de menstruação.

No entanto, também é possível que o homúnculo seja uma alegoria, uma interpretação muito literal das imagens alegóricas alquímicas respeitantes à criação, pela arte, de novas entidades minerais, sejam elas objetivos finais ou intermédios. Essas imagens comportam, muitas vezes, a representação de um ser emblemático, humano, animal ou quimérico, numa retorta.

O homúnculo na ficção

Podemos observar que esta idéia dos alquimistas ficou profundamente marcada na consciência da humanidade, e tem aparecido regularmente no imaginário popular, na forma de monstros artificiais, como no mangá/anime Fullmetal Alchemist, em que os dois irmãos protagonistas Edward Elric (perde um braço e uma perna fazendo uma prótese biónica para a perna e para o braço) e Alphonse Elric (perde o corpo todo e Edward junta a alma do irmão a uma armadura), na tentativa de trazer de volta à vida a sua mãe, os homúnculos aparecem na forma de pecados que alquimistas cometeram, sendo humanos perfeitos mas sem identidade, todos têm um "poder". E na mais famosa obra literária sobre o assunto, Frankenstein (Mary Shelley).

O homúnculo na biologia

Um homúnculo dentro do espermatozóide.

Em 1677 Leeuwenhoek e Luiz Hamm[1] viram pela primeira vez um espermatozóide e pensaram que ele tinha uma miniatura de humano dentro (homúnculo) que se desenvolvia quando depositado nos órgãos sexuais femininos: o espermatozóide seria a semente, o óvulo (feminino) o terreno de plantação.[carece de fontes?]

Na verdade Leeuwenhoek e Hamm devem ter visto as organelas do espermatozóide, como se o cromossomo fosse a cabeça e o corpo o núcleo, e realmente até que parece uma miniatura de ser humano, apesar de não ser[carece de fontes?].

O padre italiano Lazzaro Spallanzani provou em 1775 que eram necessários um espermatozóide e um óvulo para haver reprodução humana (na natureza) na qual o esperma era o fator fecundante, deitando por terra as teorias dos animalculistas.

O homúnculo na psicologia

Um homúnculo.

Na psicologia o homúnculo é a representação diagramática proporcional do corpo animal em relação às partes destes, representadas no córtex somestésico e motor.

Nesta representação, a área neural correspondente a cada porção corpórea. Assim como a face tem uma maior quantidade de nervos e conseqüentemente de corpos de neurônios, o desenho terá uma imensa face, com um tronco pequeno, braços grandes com mãos enormes, pernas pequenas com pés médios.

Homúnculo sensitivo: área somestésica, localizada no giro pós-central.

Homúnculo motor: área motora, localizada no giro pré-central.

Elixir da Longa Vida

Elixir da Longa Vida ou Elixir da Imortalidade (em árabe: الإكسير, em persa: Aab-e-Hayaat آب حیات) era uma panacéia universal que era buscada pelos alquimistas e poderia curar todas as doenças, prolongando a vida indefinidamente. Isto demonstra as preocupações dos alquimistas com a saúde e a medicina.

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História

Paralelos com a Mitologia

Iduna dando suas maçãs capazes de ceder a vida eterna aos deuses. Quadro de J. Penrose, 1890.

Encontram-se em algumas mitologias, certos alimentos com propriedades semelhantes às do elixir da longa vida, apesar de não haver relação eminente:

  • Também existem muitas lendas que envolvem fontes da juventude, cujas propriedades são semelhantes ao elixir da longa vida, essa fonte foi descrita pelos espanhóis e várias outras culturas.

Na Europa

Segundo os alquimistas europeus, o elixir poderia ser sintetizado por meio da Pedra Filosofal. Também segundo eles, o elixir poderia prolongar a vida somente até que um acidente os matasse, ou seja, não é um elixir da imortalidade.[1]

Johann Conrad Dippel teria elaborado um óleo animal, chamado de Óleo de Dippel, que, alguns acreditam que seria o Elixir da Longa Vida. Uma destacada lenda urbana diz que o cientista Isaac Newton criou e bebeu essa poção, mas em vez de proporcionar-lhe a vida eterna, proporcionou-lhe a morte.

Na China

A alquimia chinesa tinha como principal objetivo o preparo do elixir da longa vida, a procura pelo elixir envolvendo metalurgia e manipulação de certos elementos é denominada Waidanshu, ou Alquimia Externa. Os alquimistas chineses criaram elixires de cinábrio, enxofre, arsênico e mercúrio. Joseph Needham fez uma lista de imperadores que morreram provavelmente por ingerirem esses elixires. Escritas antigas citam a "Ilha dos Bem Aventurados", a morada dos imortais, supostamente ervas dessas três ilhas depois de certo preparo produziriam o elixir. Também havia uma corrente de pensamento que dizia que o elixir era capaz, além de ceder a vida eterna, fazer o alquimista ir ao paraíso e viver com os imortais.[2] Segundo a alquimia chinesa, o ouro era inalterável e, portanto, imortal. Acreditava-se que aquele fabricasse o "ouro potável" a partir do cinábrio e do mercúrio adquiriria a imortalidade, segundo Ge Hong, o mesmo aconteceria se ingerissem alimentos em pratos feitos com esse ouro. A waidanshu faz oposição a Neidanshu ou Alquimia Interna, que procura um modelo de circulação energética interna que gere esse elixir no próprio alquimista.

Na Índia

A filosofia védica também considera que há um vínculo entre a imortalidade e o ouro. Esta idéia provavelmente foi adquirida dos gregos, quando Alexandre, o Grande invadiu a Índia no ano 325 a.C., e teria procurado a fonte da juventude. Também é possível que essa idéia tenha sido passada da Índia para a China ou vice-versa. O Hinduísmo a primeira religião da Índia, tem outras idéias de imortalidade, diferentes do elixir da longa vida.

poção

Uma poção (do latim potionis) é um remédio medicinal ao qual geralmente se atribui propriedades mágicas (feitiçaria, etc). A busca por poções era uma das práticas da antiga alquimia.

Nas lendas, uma poção é preparada para ajudar ou enfeitiçar pessoas. São conhecidas várias versões de "poção do amor" da ficção ou da mitologia, pela qual uma pessoa sob seus efeitos se apaixonaria por outra, com referências clássicas como nos contos de Tristão e Isolda, aludido por Richard Wagner em sua ópera homônima; há também as "poções do sono", os elixires (como nas histórias de C.S. Lewis da série "The Lion, the Witch, and the Wardrobe"). Em Harry Potter, Severus Snape é conhecida como o "Mestre das Poções" ("Potion's Master"). Ele é um dos personagens principais dos livros da série.

Gravura de Arthur Rackham de uma passagem da ópera Siegfried de Richard Wagner, na qual Sigurd ou Siegfried faz uso de uma poção

Na literatura clássica, em O médico e o monstro (no original "The Strange Case of Dr Jekyll and Mr Hyde"), Henry Jekyll prepara uma poção para transformá-lo no seu monstruoso alterego. Em cena de Macbeth, há um caldeirão onde as bruxas preparariam poções malignas.

Nos quadrinhos, Asterix bebe uma poção mágica que lhe dá a força de muitos guerreiros. Nos jogos eletrônicos, no popular Final Fantasy há itens chamados de Poção.

Durante o século XIX era comum charlatões venderem poções com promessas de que a tudo curavam, personagem que pode ser visto com frequência em filmes de faroeste.

Poção do sono

Poçoes do sono nada mais sao do que calmantes naturais.

Deixe em imersao 9 gramas da raiz da valeriana em cerca de 120 ml de agua fria durante 12 horas no minimo.Depois coe beba fria antes de se deitar.

quando se sonha com banheiro

Sonhos com banheiros,na maior parte das vezes,significam que voce tem medo de se expressar e,por isso,reprime a sua criatividade.Ver um banheiro sujo indica que quem sonha esta confuso sobre certas decisoes.Este sonho tambem pode ser sinal de que ha duvidas nas questoes amorosas;decida de quem voce gosta de verdade e va em busca do seu amor.Sonhar com um banheiro limpo suguere que boas noticias estao a caminho.